O risco da fratura de quadril em idosos

O risco da fratura de quadril em idosos

O aumento da expectativa de vida tem tornado algumas patologias típicas da terceira idade como é o caso da fratura do colo do fêmur (fratura do quadril).

Esse tipo de fratura ocorre, principalmente, em decorrência do enfraquecimento dos ossos, que ficam mais frágeis com a idade e também por conta do surgimento de doenças como a osteoporose.

Isso faz com que idosos sofram fraturas em quedas simples, que em uma pessoa mais jovem não teria a fratura como consequência do impacto sofrido. Ao cair, o idoso sente dor na região do quadril e da coxa e incapacidade para se locomover e mover a perna.

Quando o osso se parte por completo – em duas partes – a perna costuma sofrer uma rotação externa.

O risco de morte em decorrência da fratura do colo de fêmur é muito grande, uma vez que a grande maioria dos casos demandam cirurgia e um longo período de reabilitação, quando pode surgir complicações clinicas como trombose, embolia pulmonar, úlceras na pele, pneumonia e infecções urinárias.

Ao sofrer a queda e haver suspeita de fratura, dor e dificuldade de locomoção, é recomendado levar o paciente para consulta com o ortopedista.

O diagnóstico é feito clinicamente com a análise dos sintomas e também com uma radiografia do quadril. Em alguns casos, quando a radiografia não mostra a fratura claramente, é necessária uma tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

Tratamento

As fraturas no quadril devem ser tratadas com cirurgia, pois a intervenção aumenta as chances de recuperação. O ortopedista vai avaliar o estado clínico do idoso antes de recomendar a cirurgia, mas o indicado é que ela seja realizada nas primeiras 48 horas após a fratura.
A cirurgia envolve a fixação dos ossos com parafusos, pinos ou placas. Em alguns casos, o ortopedista pode optar por remover parte do quadril e substituí-lo por uma prótese.

Após a cirurgia, o paciente é estimulado a andar com muletas e a iniciar sessões de fisioterapia e iniciando o processo de recuperação.

escrito por Instituto Reaction

— Instituto Reaction

Have your say